Colibri

by Liane

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about

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released January 22, 2016

Copyright 2016 Liane Silva. All Rights Reserved.

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Liane Braga, Portugal

ENGLISH: Hello! I'm a 24 year old portuguese singer-songwriter. Check out my website at lianemusic.com

PORTUGUÊS: Olá! Eu tenho 24 anos e sou uma cantora-compositora portuguesa. Acedam ao meu website em lianemusic.com
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Track Name: Maré
Que triste que é quando cai a maré
E eu volto p’ra dentro das minhas visões.
Que seco, que frio, o morrer do pavio,
Quando caio em mim, em grilhões.
Que triste esta mente, doce adicção,
P’ra onde volto, despida da fé.
Que vício, que dor, esta alucinação,
Quer-me sempre nela, quer-me no que é...

E eu volto sempre aos fantasmas que me prendem,
Não quebro o ciclo, quero mais, sem motivo.
Que triste que é, cai a maré,
E eu rendo-me ao chão, já não sou de pé.
Que triste que é, cai a maré,
E eu caio com ela, em uníssono...

Que triste que é quando cai a maré
E surgem ao longe as minhas ilusões,
Seguras cá dentro, nesta prisão,
Não saio de mim, presa nos grilhões.
Que triste este amor, perverso de si,
E eu fujo à dor e escondo-me assim.
Que vício vazio, esta alucinação,
Quer-me sempre nela e eu não digo que não...

E volto sempre aos fantasmas que me prendem,
Não quebro o ciclo, quero mais, sem motivo.
Que triste que é, cai a maré,
E eu rendo-me ao chão, já não sou de pé.
Que triste que é, cai a maré,
E eu caio com ela, em uníssono...

Mas desta vez, quero sair, quero ser eu, quero o mundo assim.
E desta vez, quero o real, porque sempre que minto,
Quem morre sou eu, e nada é meu no final...

E volto sempre aos fantasmas que me prendem,
Não quebro o ciclo, quero mais, sem motivo.
Que triste que é, cai a maré,
E eu rendo-me ao chão, já não sou de pé.
Que triste que é, cai a maré,
E eu caio com ela, em uníssono...
Track Name: Fogo-fátuo
Deixa a tua boca marcada em mim.
Deixa a tua alma, arde até ao fim.
Deixa a tua culpa, deixa-a para trás.
Deixa a tua alma, tens-me onde estás.

Deixa-te cair no quente abraço da loucura
E esquece o que és.
Deixa-te vergar ao chão e larga a coroa
Em frente dos meus pés...

E arde, arde, quente, quente,
Mas queima rápido e depois de arder,
Não quero mais este fogo-fátuo!
Que arde, arde, nunca sempre,
É chama fácil e depois de arder,
Não quero mais este fogo-fátuo!
Deixa arder...

Dá-me a tua boca, pertences aqui.
Dá-me a tua alma, arde até ao fim.
Dá-me a tua culpa, esquece-te de ti.
Deixa a tua boca tatuada em mim.

Deixa-te cair no quente abraço da loucura
E esquece o que és.
Deixa-te vergar ao chão e larga a coroa
Em frente dos meus pés...

E arde, arde, quente, quente,
Mas queima rápido e depois de arder,
Não quero mais este fogo-fátuo!
Que arde, arde, nunca sempre,
É chama fácil e depois de arder,
Não quero mais este fogo-fátuo!
Deixa arder...
Deixa arder...
Deixa arder...
Deixa arder.
Track Name: Human
Tell me your name, do you remember?
Are you the same? Human or machine contender?
Show me your mind, is it real or fabricated lie?
Do you see it, or are you happy to comply?

No longer human, are you no longer human?
Can you hear my cries yelling through the lies?
Are you a machine? Is this how it is?
Have the men in ties made you believe their lies?
Are you no longer human?

Come back! Are you awake?
You should come back, before it’s too late...
Semantic lie: automaton mind?
Platonic fate: human and machine entwined?...

No longer human, are you no longer human?
Can you hear my cries yelling through the lies?
Are you a machine? Is this how it is?
Have the men in ties made you believe their lies?
Are you no longer human?
Track Name: Catarse
Deixa-me em mim, aqui.
Deixa-me nascer, aqui em mim.

Deixa-me comigo no vazio,
Deixa a dor que me consome correr como um rio.
Deixa-me um fôlego só, um sopro de ar comigo a sós.
E enquanto a chuva cai lá fora, enquanto a chuva não me ignora,

Deixa-me em mim, aqui.
Deixa-me nascer, aqui em mim.

Deixa-me comigo no escuro,
Deixa que o medo desenlace em algo puro.
Deixa que o silêncio escute... Escuta...
Ouve o fogo crepitar, ouve a minha voz gritar,

Deixa-me em mim, aqui.
Deixa-me nascer, aqui em mim.
Track Name: Conversa Comigo
Há dias em que pegas nas estrelas e as sentas no teu colo, a brilhar.
Contas-me as histórias, contas-me as memórias,
E falas das estrelas devagar.

Há dias em que pegas nos planetas e os pões na tua mão, a girar.
Falas-me do mundo, de gente que, no fundo,
Só queria ter o mundo para brincar...

E no meio das histórias,
Entre o sol e as memórias,
Nós paramos no tempo a conversar.
Nós paramos no tempo a conversar.

Há dias em que pegas nos teus livros e mos lês, como se fossem uma canção.
Lês-me o universo, escrito a negro, num verso,
Escrito a negro, na palma da tua mão.

Há dias em que pegas no tempo e o guardas nos confins da tua mente.
E ele acelera, sem sabermos, vai contra os nossos termos,
Ao termo-lo parado, de repente.

E no meio das histórias,
Entre o sol e as memórias,
Nós paramos no tempo a conversar.
Nós paramos no tempo a conversar.

Há uma secretária onde te sentas
A ler sobre o longínquo e o profundo,
Atrás de uma janela de luz branca,
Ao lado daquela moldura mansa.

Quando te sentares nesse teu refúgio,
A tentar saber porque é que a vida corre,
Lembra-te das estrelas e do mundo,
De quando o tempo pára e o relógio morre.
De quando o tempo pára e o relógio morre.
Track Name: No Meio Do Pó
Deixas os teus passos marcados,
Um vestígio de ti, no meio do pó…
Soltas os suspiros afogados,
Levas uma mala com um coração só…

Mas abraças o medo
Como quem não tem segredos
E acolhes a distância
Com o olhar de uma criança…

Mas o sol não é igual para onde vais,
E o céu não é o mesmo, as nuvens não são iguais.
Mas eu sei que não estás longe demais,
Porque à noite, quando durmo, as estrelas são reais…

Deixas os teus passos marcados,
Um vestígio de ti, no meio do adeus…
Deixas os sorrisos adiados,
Deixas os teus olhos no fundo dos meus…

Mas abraças o mundo
Como se fosses do céu
E, de repente, num segundo,
Tu estás longe e fico eu!

E o sol não e igual onde tu estás,
O céu não é o mesmo, as nuvens não são iguais.
Mas eu sei que não estás longe demais,
Porque à noite, quando durmo, as estrelas são reais!
Track Name: Retrovírus
Começa por estender a mão,
Promessa de sair do chão...
Interessa a foto de eleição,
E no fim, é o rei da multidão...
Estende o corpo no trono só,
Despe o medo e sorri sem dó,
Interessa a coroa já sem pó,
E no fim, é o rei escolhido por nós...

Acorda, já deste tudo, nada te sobra em luto,
Já é tarde e passa a hora, a nossa hora, a nossa hora.
Aguenta, que o trono é senda, verme que se alimenta
Do olhar que se contenta, aguenta, não te rendas!

Mente ao estender a mão,
Promessa antiga cai ao chão...
Interessa a boca de opinião,
E mantém-se o rei da multidão...
Cresce o ego, a compulsão,
Despe o medo e o sorriso vão,
Suprime, apaga o cidadão,
E mantém-se o rei da multidão...

Acorda, já deste tudo, nada te sobra em luto,
Já é tarde e passa a hora, a nossa hora, a nossa hora.
Aguenta, que o trono é senda, verme que se alimenta
Do olhar que se contenta, aguenta, não te rendas!
Track Name: Oxygen Tax
Breathe in the air, but don’t take too much.
Breathe in and beware: (you will) pay what you must.
We’ll recycle your dead air, then we’ll put it on a sale.
Breathe in the fumes, there isn’t much left.
Unless you pay (pay, pay), we will empty your chest.
We’ll recycle your dead air, then we’ll put it on a sale.

Pay us your breath to lie awake,
Pay the oxygen we make.
Do not think of running away,
You’ll run out of air before you break free,
Then you’ll have to pay for your spree
And the next tax will be on your veins.

Breathe in your share, not one atom more,
Unless you’re prepared to pay what you’ll owe.
We’ll recycle your dead air, then we’ll put it on a sale.
Breathe in and beware: we’re hangmen in ties,
And no, we don’t care: if you don’t pay, you could die...
We’ll recycle your dead air, then we’ll put it on a sale.

Pay us your breath to lie awake,
Pay the oxygen we make.
Do not think of running away,
You’ll run out of air before you break free,
Then you’ll have to pay for your spree
And the next tax will be on your veins.
Track Name: Fix Me
Words, there are no words to tell you how I feel right now,
No words that I can say can mean the tears I’m crying now.
Voice, there is no voice left in me that I can sing with now,
No voice left in me that I can speak with, can scream with now...
And fear, all that’s left is fear...
And pain, ‘cause my heart won’t fit here...

Fix me, hold me in your hands until you
Fix me, take me in your heart until mine’s
Beating again, lend me your breath until I’m
Breathing again, ‘cause I can’t breathe inside myself yet.

Hands, in these two hands, a trembling soul that’s not my own.
No, my own two hands do not belong to this new soul.
Same, I’m not the same and I can’t tell who I am now.
Not the same and I don’t know who this is... Who is this?
And fear, all that’s left is fear...
And pain, ‘cause my heart won’t fit here...

Fix me, hold me in your hands until you
Fix me, take me in your heart until mine’s
Beating again, lend me your breath until I’m
Breathing again, ‘cause I can’t breathe inside myself yet.
Track Name: Terceiro Estado (Intro)
De que cor é o ar
No sítio onde tu estás?
E se nascer um sonho maior,
Um sonho maior na linha do mar?
De que cor é o céu,
O céu que sonhas deixar para trás?
E se cair o véu que esconde um sol maior,
Um sol maior na linha do mar?
Track Name: Terceiro Estado
Ignoram o teu caminhar
E exploram o teu respirar
Enquanto arrastas os teus pés,
Enquanto matam o que és.
Roubam-te palavras tuas,
Calam as verdades cruas,
Esmagam-te antes de falar
Com histórias falsas de embalar.

De que cor é o ar
No sítio onde tu estás?
E se nascer um sonho maior,
Um sonho maior na linha do mar?
De que cor é o céu,
O céu que sonhas deixar para trás?
E se cair o véu que esconde um sol maior,
Um sol maior na linha do mar?

Olha à tua volta e vê
Um sol maior a perecer,
O sonho que fizeste teu,
No sítio onde o mar cai no céu.
Olha à tua volta agora
Vem gritar a quem te ignora,
Esmaga-os antes de te contarem
Histórias falsas de embalar.






De que cor é o ar
No sítio onde tu estás?
E se nascer um sonho maior,
Um sonho maior na linha do mar?
De que cor é o céu,
O céu que sonhas deixar para trás?
E se cair o véu que esconde um sol maior,
Um sol maior na linha do mar?

Sou o Terceiro Estado
E não vou ficar calado.
Sou o Terceiro Estado
E não vou ficar calado.
Sou o Terceiro Estado
E não vou ficar calado.
Sou o Terceiro Estado
E não vou ficar calado.
Track Name: Seis Sigma
Mechanical, mechanical,
They want our arms mechanical,
Our fingers should be clinical, our faces be identical.

Capital, capital,
They want us to ensure it all,
Give it all, give it all, our minds should remain gullible.

They want us to be silent, silent, silent...
They want us to be quiet, quiet, quiet...

Fools, they want our hearts to beat and stop
And pump our blood by their
Rules, they want our minds to think we think
And be their mules.
Fools, they want our hearts to be as pawns
For them to rule,
They think we’re fools, they think we’re fools,
They have us fooled.

Mechanical, mechanical,
They need our arms mechanical,
Our fingers should be willingly, compliantly clinical.

Capital, capital,
They feed on their capital
Order, order, our minds should stay in order.

They need us to be silent, silent, silent...
They need us to be quiet, quiet, quiet...

Fools, they want our hearts to beat and stop
And pump our blood by their
Rules, they want our minds to think we think
And be their mules.
Fools, they want our hearts to be as pawns
For them to rule,
They think we’re fools, they think we’re fools,


(They think we’re) Defects,
‘Cause we do not conform.
(They think we’re) Flaws unchecked,
‘Cause we do not implore.
(They think we’ll) Accept
The system they enforce,
(But we’re not) Defects,
We’re people and we’re sore,
So give us back what’s not yours.


Fools, they want our hearts to beat and stop
And pump our blood by their
Rules, they want our minds to think we think
And be their mules.
Fools, they want our hearts to be as pawns
For them to rule,
They think we’re fools, they think we’re fools,
They are fools.
Track Name: Heal
Heal! Heal!
Fallen cities, prey to your mistakes,
Hearts gone blind and deaf with hate.
My heart sits in my hands
And my veins no longer
Carry life away from all you break,
From the ash that lies awake.
My soul sits in my hands
And my mind no longer

Is... I need to heal... (My mind no longer)
Feels... I need to heal...

Let me go! Untie your fingers
From my soul!
Let me breathe! Destroy your power
Over me!
Heal! Heal!

Fallen flags, collapsing over me,
Hearts gone beatless from your spree.
My heart sits in my hands
And my veins no longer
Carry life away from your decree,
From your ashes and debris.
My soul sits in my hands
And my mind no longer

Is... I need to heal... (My mind no longer)
Feels... I need to heal...

Let me go! Untie your fingers
From my soul!
Let me breathe! Destroy your power
Over me!
Heal! Heal!

Fallen souls, we are not fallen souls
Anymore, we are healing to the core!
Track Name: Colibri
Um pássaro cativo no meio das tuas mãos,
Um sopro de ar ferido no estalar de um coração.
Um grito tardio na força da colisão,
Um voar contido no quebrar de uma emoção.

Um pássaro cativo num sonho preso ao chão,
Um olhar furtivo para a livre imensidão.
O medo, sem ser findo, dá castigo à ilusão,
Um pássaro cativo numa jaula sem grilhão…


Voar, abrir as asas sobre o mar,
Voar…
Eu não consigo voar, dar-me ao mundo e cair no ar,
Voar… Voar…

Um pássaro fugido no meio do turbilhão,
Num momento, o perigo desmorona para o chão.
Um grito sentido dentro da libertação,
Um amar liberto no quebrar de uma prisão…


Voar, abrir as asas sobre o mar,
Voar…
Eu consigo voar, dar-me ao mundo e cair no ar,
Voar… Voar…
Eu sou o voar, sobre o meu mar,
Voar… Voar…